sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Chegando do lado de lá

Como chegar do lado de lá?
Vai me favorecer? Onde?
Toda a travessia é compensatória?
Devo morrer sem tentar?

Alguém aqui já brincou de que era um desbravador dos sete mares?
Se não, proponha essa brincadeira a seus filhos, sobrinhos, filhos de amigos e a quem seu coração alcançar.
Essa brincadeira propõe uma reflexão que não estamos acostumados e, não bastasse, afundamos no meio do caminho, o barco da vida desgoverna por falta de atenção de seu condutor, desistimos antes mesmo de iniciar a travessia, pensamos demais.
A vida é feita de escolhas, somos fruto delas. Consequências de escolhas erradas ou certas forma o que nos torna únicos. Por isso tantas dores e alegrias, tantos altos e baixos. Escolher uma boa semente é uma coisa, cabe-nos também plantar e a colheita é sempre obrigatória.
O ponto X de tudo isso começa lá na escolha da semente. Onde deseja levar o seu barco?
Quem você quer à bordo?
Quais tesouros quer levar?
Que destino vai tomar?

Vou te ajudar!

Aproveite a experiência de quem não tentou e se arrependeu. Daquele que, mesmo sabendo do caminho certo, preferiu o que lhe causava tristeza. Daquele que não sabia se iria chegar em algum lugar e ficou encalhado em qualquer recife de indecisões. Pergunte a todos eles: Faria diferente?
Cuidado ao pensar demais!
Quando se pensa demais, abre espaço para detalhes. Os detalhes são as dificuldades e, indubitavelmente, não há felicidade sem persistência ante as dificuldades.
Em contrapartida, quando se pensa de menos você acaba que partindo para um mar já descoberto ou, com mais azar, para uma viagem sem volta, só de ida para um deserto.

Seja o porto seguro de alguém, e encontre alguém que seja o seu farol.
Trate todos bem, já que precisará de movimentadores de seu barco. Ninguém desbrava mares sozinho!
Repare sempre todos os errinhos de seu barco da vida, futuramente poderá te dar mais dor de cabeça do que hoje.
Ame quem te ama e a quem por você sente indiferença.
Um dia perceberão que seu barco vai muito além do que o deles, então subirão e contribuirão com carinho e braços amigos.
E aqueles que o odeia, paciência, logo você terá oportunidade de desatar esse nó em um laço que outrora fora tão bonito.

sábado, 13 de agosto de 2011

Um pouco sobre alienação

Ler é chato. Será?
Transcrição e opinião pessoal de Douglas Camargo sobre o texto “Ler é chato. Será?” de Jaime Pinsksy.

O tempo realmente anda pregando peças em todos. Nada nem ninguém escapa!
Tentamos chegar cada vez mais rápido às prioridades esquecendo que é pelo meio que se chega que está o segredo da balsâmica paciência.
               Ao dizer que a idéia de que “tudo que não é muito veloz é chato” é bem subjetiva. Tudo que facilita é bom. Todavia o que o ser humano procura é a sua cadeira beira à praia esperando que alguma máquina ganhe o seu dinheiro, lave o seu carro, dê comida ao cachorro e, ao extremo, fazer a sua higiene pessoal. Mas quando se trata de feriado ou ócio, sexo, promiscuidade, dormir e até se alimentar, a história muda. Vão querer que momentos assim durem o máximo possível. Não obstante, a vida de mandorová, que é “comer, dormir e cagar”.
               Grande contribuinte de fiel parceria é a mídia da telinha. Dela parte o método de escovar os dentes e, bem mais, apresenta a pasta de dente. As emissoras também ensinam a forma correta de se alimentar, mas não param por aí, deixa claro qual presunto é mais gostoso; onde eu compro “mais barato”; que papel higiênico você usa; etc..
               Não bastasse tanta boa informação de tamanha valia, eu pergunto, por que não nos ajudar a formar opiniões; a influenciar para que time eu vou torcer; a acreditar se já sou hexa antes mesmo de partir para a competição...
               Eu amo meu país, mas não sei com que burros estamos dando n’água que nunca conseguimos “deszumbizar” nem a nós mesmos. Estamos tão alienados que para falar desse assunto um sentimento de culpa, em mim pequeno, mas não deixa de ser, bate à porta tentando travar o bom lápis com grafite em punho.
               Tratemos os bons livros como nossa paixão ardente. Coloquemos a mão sobre ele e ensaiemos uma massagem e por fim um beijo antes de abri-lo.
               Sintonizemos os velhos rádios nem que seja para escutar as velhas notícias.
               Leiamos as publicações, notificações, críticas e idéias formadas e vamos criticar positivamente. Pois crítico que critica um crítico por criticar não sabe o valor da crítica.
E pra finalizar, não há nada melhor que o tradicional em meio a tanta baderna
“fast flood de besteirol e supérfluos”.


terça-feira, 24 de maio de 2011

Fome

Sei que você já escutou um dia que há gente passando fome no mundo. Pergunto: Fome de que?
Eu, por exemplo, estou sentindo fome de carinho. Outros sentem fome do prato de praxe, arroz e feijão. Outros sentem fome de amor. Há também quem sente fome de conhecimento e, não obstante, a tenho.

Agora reflitamos... Tanta gente aí passando fome e às vezes você tem de sobra o alimento que eles precisam e esquece de que pode saciá-los.
E então galera, de quantos matou a fome esse ano? E essa semana? E hoje?
Temos a obrigação de reprimir todo tipo de fome que se enquadra nas possibilidades de ferramentas que somos da Providência.
Você pode, basta dar o primeiro passo.
E aí, vamos juntos?

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Pra começar...

Bem, pra começar eu realmente não sei o que postar... Mas é de praxe eu começar a falar e não parar então eu vou focar no "boas vindas" já que, até pouco tempo, eu não me imaginava com alguma coisa onde eu teria de postar minhas idéias, compartilhar alguma baguncinha ou expôr qualquer coisa pessoal.
Cá estamos, aliás, cá estou.
Mas não é tão ruim... Ruim é alguem ter que ler um relato de  uma coisa tão insignificante e ter a sensação de ter perdido os últimos 2 minutos de sua vida. Tanto faz... É a primeira vez... Mereço desconto! kkkkK

Abraçãooo!