Ler é chato. Será?
Transcrição e opinião pessoal de Douglas Camargo sobre o texto “Ler é chato. Será?” de Jaime Pinsksy.
O tempo realmente anda pregando peças em todos. Nada nem ninguém escapa!
Tentamos chegar cada vez mais rápido às prioridades esquecendo que é pelo meio que se chega que está o segredo da balsâmica paciência.
Ao dizer que a idéia de que “tudo que não é muito veloz é chato” é bem subjetiva. Tudo que facilita é bom. Todavia o que o ser humano procura é a sua cadeira beira à praia esperando que alguma máquina ganhe o seu dinheiro, lave o seu carro, dê comida ao cachorro e, ao extremo, fazer a sua higiene pessoal. Mas quando se trata de feriado ou ócio, sexo, promiscuidade, dormir e até se alimentar, a história muda. Vão querer que momentos assim durem o máximo possível. Não obstante, a vida de mandorová, que é “comer, dormir e cagar”.
Grande contribuinte de fiel parceria é a mídia da telinha. Dela parte o método de escovar os dentes e, bem mais, apresenta a pasta de dente. As emissoras também ensinam a forma correta de se alimentar, mas não param por aí, deixa claro qual presunto é mais gostoso; onde eu compro “mais barato”; que papel higiênico você usa; etc..
Não bastasse tanta boa informação de tamanha valia, eu pergunto, por que não nos ajudar a formar opiniões; a influenciar para que time eu vou torcer; a acreditar se já sou hexa antes mesmo de partir para a competição...
Eu amo meu país, mas não sei com que burros estamos dando n’água que nunca conseguimos “deszumbizar” nem a nós mesmos. Estamos tão alienados que para falar desse assunto um sentimento de culpa, em mim pequeno, mas não deixa de ser, bate à porta tentando travar o bom lápis com grafite em punho.
Tratemos os bons livros como nossa paixão ardente. Coloquemos a mão sobre ele e ensaiemos uma massagem e por fim um beijo antes de abri-lo.
Sintonizemos os velhos rádios nem que seja para escutar as velhas notícias.
Leiamos as publicações, notificações, críticas e idéias formadas e vamos criticar positivamente. Pois crítico que critica um crítico por criticar não sabe o valor da crítica.
E pra finalizar, não há nada melhor que o tradicional em meio a tanta baderna Tentamos chegar cada vez mais rápido às prioridades esquecendo que é pelo meio que se chega que está o segredo da balsâmica paciência.
Ao dizer que a idéia de que “tudo que não é muito veloz é chato” é bem subjetiva. Tudo que facilita é bom. Todavia o que o ser humano procura é a sua cadeira beira à praia esperando que alguma máquina ganhe o seu dinheiro, lave o seu carro, dê comida ao cachorro e, ao extremo, fazer a sua higiene pessoal. Mas quando se trata de feriado ou ócio, sexo, promiscuidade, dormir e até se alimentar, a história muda. Vão querer que momentos assim durem o máximo possível. Não obstante, a vida de mandorová, que é “comer, dormir e cagar”.
Grande contribuinte de fiel parceria é a mídia da telinha. Dela parte o método de escovar os dentes e, bem mais, apresenta a pasta de dente. As emissoras também ensinam a forma correta de se alimentar, mas não param por aí, deixa claro qual presunto é mais gostoso; onde eu compro “mais barato”; que papel higiênico você usa; etc..
Não bastasse tanta boa informação de tamanha valia, eu pergunto, por que não nos ajudar a formar opiniões; a influenciar para que time eu vou torcer; a acreditar se já sou hexa antes mesmo de partir para a competição...
Eu amo meu país, mas não sei com que burros estamos dando n’água que nunca conseguimos “deszumbizar” nem a nós mesmos. Estamos tão alienados que para falar desse assunto um sentimento de culpa, em mim pequeno, mas não deixa de ser, bate à porta tentando travar o bom lápis com grafite em punho.
Tratemos os bons livros como nossa paixão ardente. Coloquemos a mão sobre ele e ensaiemos uma massagem e por fim um beijo antes de abri-lo.
Sintonizemos os velhos rádios nem que seja para escutar as velhas notícias.
Leiamos as publicações, notificações, críticas e idéias formadas e vamos criticar positivamente. Pois crítico que critica um crítico por criticar não sabe o valor da crítica.
“fast flood de besteirol e supérfluos”.
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